Mártir...
E depois martirizo-me... Porque quero! Porque não páro de pensar nas mesmas coisas infinitamente. Porque não páro com as suposições que me dilaceram por dentro. Suposições que assumo como correctas. Se é mau, se me faz mal, então é verdade. Eu não sei nada. Mas na minha cabeça tudo bate certo. Um puzzle invisível. As peças encaixam perfeitamente. As coisas que fantasio e imagino, verdadeiras ou não, existentes ou não existentes, tomam conta de tudo. A razão perde-se. As duas. A razão - raciocínio e a razão - certeza.
Mártir. Uma mártir por iniciativa própria. Que por vezes tem fé, e por outras nem sabe o que isso é. Há qualquer coisa de errado. De muito errado. É sempre o mesmo problema. Qualquer coisa não está bem. Mas que qualquer coisa é essa?? Pode ser uma coisa qualquer... Não encontrando qualquer coisa ou coisa qualquer a solução é o martírio. Um martírio por dia... nem sabe a agonia que lhe daria!
Mártir. Uma mártir por iniciativa própria. Que por vezes tem fé, e por outras nem sabe o que isso é. Há qualquer coisa de errado. De muito errado. É sempre o mesmo problema. Qualquer coisa não está bem. Mas que qualquer coisa é essa?? Pode ser uma coisa qualquer... Não encontrando qualquer coisa ou coisa qualquer a solução é o martírio. Um martírio por dia... nem sabe a agonia que lhe daria!

