Não.
Não sou Aladino, não tenho direito a um génio da lâmpada mágica. Se tivesse, chegava-me um pedido: não pensar. Estou farta de pensar, repensar, moer e remoer. O pensamento que conduz a fantasias demasiado fantasiosas e fantásticas. Estou farta e não consigo parar de pensar. E queria tanto, tanto... Quanto mais penso mais me perco.
Não. Não sou Aladino. Quanto muito, no plano das histórias de fantasia, sou uma simples Gata Borralheira. Sem fada madrinha, sem sapato, sem príncipe. Sou aquilo que sou. Aquilo que sempre fui. Aquilo que sempre serei. Uma sombra de alguma coisa que não se revela nunca.
Não. Não sou Aladino. Quanto muito, no plano das histórias de fantasia, sou uma simples Gata Borralheira. Sem fada madrinha, sem sapato, sem príncipe. Sou aquilo que sou. Aquilo que sempre fui. Aquilo que sempre serei. Uma sombra de alguma coisa que não se revela nunca.


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