:(
Quando penso que me carregaste na tua barriga, quando tento imaginar o quanto deves ter sofrido naqueles três dias em que teimei em continuar na tua barriga, quando me lembro de todas as vezes que te fiz sofrer e tenho a certeza que deves ter sofrido mais vezes do que aquelas que eu penso... Tudo isso me mostra a minha insignificância. Tudo isso faz com que perceba que, por mais amigos que eu tenha, por mais surpresas que me façam, por mais que mostrem o quanto me querem bem, há sempre aquele vazio que veio para ficar...
Pela primeira vez não me deste os parabéns. Pela primeira vez não me acordaste à hora de sempre. Pela primeira vez não contei os dias que faltavam. Parece que nada faz sentido. Parece que nada é real. E talvez vá ser sempre assim daqui para a frente... Esta saudade que não se pode matar, nem com lembranças.
Não, nada faz sentido. Continuarei a perguntar "porquê?"... E acho que nunca terei uma resposta. Foi o meu primeiro aniversário sem ti, Mãe... E nunca pensei que alguma vez tivesse que passar por isto. A dor é eterna, tal como a saudade.
Hoje fui eu que te dei flores.
Pela primeira vez não me deste os parabéns. Pela primeira vez não me acordaste à hora de sempre. Pela primeira vez não contei os dias que faltavam. Parece que nada faz sentido. Parece que nada é real. E talvez vá ser sempre assim daqui para a frente... Esta saudade que não se pode matar, nem com lembranças.
Não, nada faz sentido. Continuarei a perguntar "porquê?"... E acho que nunca terei uma resposta. Foi o meu primeiro aniversário sem ti, Mãe... E nunca pensei que alguma vez tivesse que passar por isto. A dor é eterna, tal como a saudade.
Hoje fui eu que te dei flores.


