Eu...
Que dizer de mim? Eu que não me conheço, eu que não me sei, que não me vejo... eu que me estranho, que nem sei se existo. Sei que há algo que me pesa, que me aflige, me angustia, mas tão pouco sei o que é... se sou eu mesma, algo que me rodeia, ou algo que é fruto apenas da minha imaginação...
Ah!! Esta sensação de estar só rodeada de gente... este vazio que me enche e me pesa nos ombros... Já não sou capaz de fingir mais. Para quê convencer-me de que sou o que não sou? Para quê fazer-me de vítima, quando sou eu que me afundo no meu mar de incertezas? Porquê fingir que sonho quando há muito perdi essa capacidade? Porquê fingir que vivo quando há muito me sinto incapaz de viver, ou até mesmo de sobreviver? Já não consigo mais... Rendo-me!!!... Perdi!!!... Não posso querer aquilo a que não estou destinada...
Se ao menos o sono viesse pegar em mim para me levar para outros lugares!! Mas não, nem o sono vem ter comigo!! Não sou nada!!
Estou só, sinto-me só... Quero fugir... Quero dormir... Quero dormir...
Ah!! Esta sensação de estar só rodeada de gente... este vazio que me enche e me pesa nos ombros... Já não sou capaz de fingir mais. Para quê convencer-me de que sou o que não sou? Para quê fazer-me de vítima, quando sou eu que me afundo no meu mar de incertezas? Porquê fingir que sonho quando há muito perdi essa capacidade? Porquê fingir que vivo quando há muito me sinto incapaz de viver, ou até mesmo de sobreviver? Já não consigo mais... Rendo-me!!!... Perdi!!!... Não posso querer aquilo a que não estou destinada...
Se ao menos o sono viesse pegar em mim para me levar para outros lugares!! Mas não, nem o sono vem ter comigo!! Não sou nada!!
Estou só, sinto-me só... Quero fugir... Quero dormir... Quero dormir...


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